domingo, 12 de abril de 2015

BEIJO DE HORTELÃ



Lua
Naquele dia
Não pude
Lhe ver

O céu
cravejado
De estrelas
nuas
E eu
Feliz versejava
Pela rua
E não lhe vi
Nascer

Tão bela
Poesia
Daquela
Noite
Sem Lua
Que do céu
Não vi
Juro!
Não vi
Entardecer

Perdoe-me
Oh Lua
Pela desatenção
Naquele bendito dia
De beijos de hortelã
Estava eu
A amar
Juro!
Não pude
Não pude lhe ver.

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