Havia tristeza nos dias em que não via você
Ou quando não respondia minhas mensagens
O ar me faltava e a escuridão tomava conta de tudo
Minha letra era amarga e com gosto de morte
Não havia luz nos meus olhos e as pessoas percebiam a dor
Era silencioso os meus passos e o sofrimento me consumia
Eu em minha vida miserável sempre olhei o Céu estrelado
E a solidão foi presente em cada lágrima que escorreu
Achei que não seria amado e incapaz de alguém olhar por mim
Havia motivos os suficiente para desistir e sucumbir
Me foram dadas oportunidades de ir embora
E finalizar toda a dor de se estar nesse mundo
Porém, eu não o fiz e aceitei a condição de aguentar
Cada dia era um tormento e uma batalha para sorrir fingidamente
Cada noite eu desejei mergulhar na terra dos sonhos e não amanhecer
Dia após dia eu vesti uma fantasia para enganar a todos
Sem jamais deixar de me rasgar e sangrar ao tirá-la frente ao espelho
Sozinho...
Mas o ano da graça de dois mil e dezoito
Você veio até mim nas letras de luz
E trouxe ao coração de meu peito sentido para acreditar
A felicidade é um tesouro extraordinário
Frágil e único e de valor incomensurável
Cuja genialidade humana não pode calcular
Tudo que fiz, tudo que tenho, tudo que sou ou sei
Nada, absolutamente nada é útil
É perdido, é inválido... se não há amor
E você, razão pela qual eu existo
Me faz feliz e acreditar que sou uma pessoa abençoada
Porque tenho a quem amar e quem me ama
E rezo todos os dias a Deus e aos Céus
Que o sentimento que nos une seja fortalecido
Inabalável e que permaneçamos juntos para sempre.
E a solidão foi presente em cada lágrima que escorreu
Achei que não seria amado e incapaz de alguém olhar por mim
Havia motivos os suficiente para desistir e sucumbir
Me foram dadas oportunidades de ir embora
E finalizar toda a dor de se estar nesse mundo
Porém, eu não o fiz e aceitei a condição de aguentar
Cada dia era um tormento e uma batalha para sorrir fingidamente
Cada noite eu desejei mergulhar na terra dos sonhos e não amanhecer
Dia após dia eu vesti uma fantasia para enganar a todos
Sem jamais deixar de me rasgar e sangrar ao tirá-la frente ao espelho
Sozinho...
Mas o ano da graça de dois mil e dezoito
Você veio até mim nas letras de luz
E trouxe ao coração de meu peito sentido para acreditar
A felicidade é um tesouro extraordinário
Frágil e único e de valor incomensurável
Cuja genialidade humana não pode calcular
Tudo que fiz, tudo que tenho, tudo que sou ou sei
Nada, absolutamente nada é útil
É perdido, é inválido... se não há amor
E você, razão pela qual eu existo
Me faz feliz e acreditar que sou uma pessoa abençoada
Porque tenho a quem amar e quem me ama
E rezo todos os dias a Deus e aos Céus
Que o sentimento que nos une seja fortalecido
Inabalável e que permaneçamos juntos para sempre.

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