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| (Monarca, fotografia: Diogo Dias F.) |
Quando criança
ganhei de supetão
um beijo de borboleta
no jardim.
Nunca me esquecerei
daquela tarde
daquele tempo
Em 2011,
(eu ainda a mesma criança)
Ganhei de presente
o conhecimento
de sua existência.
E foi melhor
que o beijo daquela borboleta
naquela tarde
daquele tempo.
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Circunstâncias que me levaram a escrever esses versos:
Nunca pensei que pudesse me apaixonar por alguém da forma como tudo aconteceu. Sempre me senti seguro com minhas convicções e conceitos, tinha minha ciência e meus argumentos sólidos disso e daquilo outro, mas o que eu achava impossível me abateu com tal força, que todos os sentidos se foram, o firmamento caiu sobre minha cabeça e o solo aos meus pés desapareceu. Perdi o sentido da palavra certeza, da palavra equilíbrio. Um sentimento tão avassalador me possuía com tamanha força que não seria exagero dizer que fui transpassado pela flecha de um ser místico. Então, o único porto seguro era as letras e os versos, poucos e simples, mas esses, me aliviavam a alma quando algo necessitava ser dito, ser escrito. Escrevi esses versos em homenagem ao amor que tive e perdi nesse ano de 2011. Esse pequeno poema é um marco em minha vida, pois antes desse amor eu era um ser, apenas um ser qualquer, mas depois dele, eu sou outro. Nem sei explicar como, mas sei que sou e divido isso com os olhos do mundo. Obrigado!

Ahhhhhhhh meu querido!!
ResponderExcluirPois que ontem mesmo te vi, em algum blog por aí e senti muitaaaaaaaaaa saudade...
então hoje vi teu comentário sobre 2012 no meu blog!
Ahh que bênção ter vc em minha vidinha!
Bjs e abraços e faremos sim, TUDO aquilo que a gente sonhou! tá?!
bjs, te amo!