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| (Monarca. Foto: Victor Said) |
Ele queria poder cantar o amor
Não de forma triste
Mas dizer o que pensa, o que sente
Do jeito que nasce no coração
Mas o amor é complicado
Confuso demais
Mistura-se tão fácil aos sentimentos
Escurece mais fácil ainda.
Domina-lhe a mente
Esconde as manhãs e deixa turva
A tarde que ele conhece tão bem
Amor... coisa estranha demais
Pudera seu peito escolher pedras
Dessas que são plantações atiradas
No meio de sua face
E semeadas no caminho que trilha.
Ele queria poder amar como as borboletas
Abrir asas-multicor e voar sob o beijo do Sol
Sem maiores preocupações
Deixar-se levar pela brisa leve
Amar o amar sem fim até o fim
E morrer feliz numa queda de flor
Na pétala mais sublime de um jardim qualquer.
Amor... tão estranho esse sentimento
E dizem que ainda há poesia no amar
Ele, por mais que se esforce
Não consegue entender o amor de uma borboleta
Que morre amando o ar, o Sol e a curta vida que leva.

Nossa... Nem sei o que dizer.
ResponderExcluir"...Amar o amar sem fim até o fim
E morrer feliz numa queda de flor
Na pétala mais sublime de um jardim qualquer.
"...Não consegue entender o amor de uma borboleta
Que morre amando o ar, o Sol e a curta vida que leva."
Um momento de inspiração sublime. Lindo demais!
Parabéns, Victor!
Que legal Ligéia que gostou! Fico muito feliz. É um dos poemas que mais gosto também.
ExcluirUm forte abraço! E obrigado pelo comentário!