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| (O Caminho. Fotografia: Victor Said) |
Política, religião e coração
Ciência, brincadeira e imaginação
Descontentamento, sofrimento e solidão
Tudo e pouco...
Traçado nas linhas de minha criação.
O verso veio devagar
Vagando
Divagando
Os devaneios...
A influência é a liberdade
Pois não gosto de arreios
Apenas faço e escrevo sem castidade
Pois minha única lei é ser livre por inteiro
Bordo palavras de minha humanidade
Só pra ter o gosto de ser faceiro mineiro
Sigo de pé descalço e desbravo floresta
Danço em cada queda como se fosse bobagem
E brinco e divirto e entro na festa
Meus olhos são o único refúgio e os levo de bagagem
E quando meu versejar surge é só isso que me resta:
Deixar-me levar nessa inconstante viagem
Rabiscando velhos rótulos impostos a minha testa.

Meu pai também era mineiro.
ResponderExcluirPoeta que borda palavras... Gostei muito!
Linda poesia, Victor!
Um abraço.
Que bom que gostou Ligéia, fico muito feliz com suas palavras. Minas é meu lugar e a poesia é minha vida.
ExcluirObrigado!
Não há o que agradecer, Victor. Eu que agradeço a boa leitura. De que lugar de Minas você é?
ResponderExcluirSou do Sul de Minas, uma cidadezinha chamada Brasópolis. Desculpa demorar em responder. Tive uns contratempos e algumas ausências da net. Mas tudo bem agora.
ExcluirForte abraço!
Poxa, Sul de Minas, é? Meu pai era de Poços de Caldas, Sul de Minas também. Toda família dele é de Poços. Eu adorava passar as férias lá. Inclusive morei lá por dois anos quando criança. Sinto muita saudades daquela cidade.
ResponderExcluirNão se preocupe com a demora, Victor.
Um abraço pra você.
Poços é perto daqui! Um lugar lindo!
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