Lindo linho
Vermelho de pura
cor
Testemunha
amarrotada
Do nosso amor
Deixado em um
canto qualquer
Lençol de meu
calor.
Ele passa e lhe
usa
Embrulha o corpo
nu
Cobre a imagem e
não recusa
Meu olhar,
naquele que amo
sem pudor.
Não permito tal
intento
Derrubo-o com um
só beijo
Face rubra ao
toque meu
Cai o lindo linho
E acendo em fervor
O corpo
De meu amor.

Gostei do lirismo do poema, bastante expressivo. O ùnico porém é quanto ás rimas, sempre em or, ficaram meio enjoadas, hehe, mas gostei do poema. Um abraço!
ResponderExcluirUltrapassei mesmo nessas rimas, ficaram forçadas rsrsrs. Fico muito feliz que tenha me dito isso, estou em constante aprendizagem e ficarei mais atento daqui pra frente.
ExcluirÉ sempre muito bom ler suas palavras Al Reiffer e me sinto abençoado com suas colocações.
Forte abraço!
Victor, gostei do poema. Tu sabe, né?, que eu não sou um douto, uma sumidade em textos poéticos nem nada disso (rs!). Então, minha opinião é apenas minha opinião, nada além. Pode até desconsiderá-la! kkkkkkkk! (Vamos rir, porque rir eu sei, e sei muito, felizmente!). Longe de mim ser um "caga-regras"! Não estou aqui para cagar regras sobre absolutamente nada. Afinal, quem sou eu? Aliás, estou aqui? Tu tb sabe, né?, que viver é bem melhor do que ficar só no blablablá, falando, falando, como se a vida fosse apenas a tela de um computador. Portanto, vá viver de verdade, garoto! A rua e os ventos te chamam! E eles não são apenas ilusões.
ResponderExcluirUlisses, concordo com você. Temos em nós a necessidade de vento, de versos e inversos. Adorei o texto sobre o caga-regras la do blog. E sua presença aqui é algo sempre muito bom e muito me honra.
ExcluirUm forte abraço!