terça-feira, 18 de dezembro de 2012




Lindo linho
Vermelho de pura cor
Testemunha amarrotada
Do nosso amor
Deixado em um canto qualquer
Lençol de meu calor.

Ele passa e lhe usa
Embrulha o corpo nu
Cobre a imagem e não recusa
Meu olhar,
naquele que amo sem pudor.

Não permito tal intento
Derrubo-o com um só beijo
Face rubra ao toque meu
Cai o lindo linho
E acendo em fervor
O corpo
De meu amor.

4 comentários:

  1. Gostei do lirismo do poema, bastante expressivo. O ùnico porém é quanto ás rimas, sempre em or, ficaram meio enjoadas, hehe, mas gostei do poema. Um abraço!

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    1. Ultrapassei mesmo nessas rimas, ficaram forçadas rsrsrs. Fico muito feliz que tenha me dito isso, estou em constante aprendizagem e ficarei mais atento daqui pra frente.

      É sempre muito bom ler suas palavras Al Reiffer e me sinto abençoado com suas colocações.

      Forte abraço!

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  2. Victor, gostei do poema. Tu sabe, né?, que eu não sou um douto, uma sumidade em textos poéticos nem nada disso (rs!). Então, minha opinião é apenas minha opinião, nada além. Pode até desconsiderá-la! kkkkkkkk! (Vamos rir, porque rir eu sei, e sei muito, felizmente!). Longe de mim ser um "caga-regras"! Não estou aqui para cagar regras sobre absolutamente nada. Afinal, quem sou eu? Aliás, estou aqui? Tu tb sabe, né?, que viver é bem melhor do que ficar só no blablablá, falando, falando, como se a vida fosse apenas a tela de um computador. Portanto, vá viver de verdade, garoto! A rua e os ventos te chamam! E eles não são apenas ilusões.

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    1. Ulisses, concordo com você. Temos em nós a necessidade de vento, de versos e inversos. Adorei o texto sobre o caga-regras la do blog. E sua presença aqui é algo sempre muito bom e muito me honra.

      Um forte abraço!

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