Para alguns o sentido de existirmos é um mistério. Para mim é bem nítido. E o mais interessante é que somos abençoados com a possibilidade de fazer escolhas. Eu escolho a poesia.
domingo, 28 de julho de 2013
Ruínas
(Fotografia: Victor Said. Casa em Ruínas, Bairro rural de Boa Vitória, Brazópolis - MG)
Não tenho a menor intenção de ser coerente, no final, tudo morre mesmo...
... E deixa sobre as ruínas crescer heras, Deixa-as beijar as pedras e florir! Que a vida é um contínuo destruir De palácios do Reino das Quimeras! ... Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"
Oi Paula, devo lhe dizer: fiquei muito feliz com seu comentário e com sua presença. E achei muito apropriado os versos de Espanca, traduzem perfeitamente a imagem que coloquei nesse post.
Muito obrigado minha querida amiga, por essa visita.
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ResponderExcluirE deixa sobre as ruínas crescer heras,
Deixa-as beijar as pedras e florir!
Que a vida é um contínuo destruir
De palácios do Reino das Quimeras!
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Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"
Paula Simões
Oi Paula, devo lhe dizer: fiquei muito feliz com seu comentário e com sua presença. E achei muito apropriado os versos de Espanca, traduzem perfeitamente a imagem que coloquei nesse post.
ExcluirMuito obrigado minha querida amiga, por essa visita.
Um forte abraço!
Foi um prazer visitar seu blog.
ExcluirParabéns!
Abraços.
Paula Simões