De que me vale
todas as regras
tratados
concepções
e paradigmas?
Pra que me serve
Tantos talheres
Convenções
E sorrisos frios
Da imbecil intelectualidade?
Qual a validade
Da ciência
Do bem
Do mau
Da sociabilidade?
Porque se importa
Em dobrar joelhos
Suplicar benefícios próprios
Fugindo do abismo
Que é infalível
E destino do ser vivente?
Estou cego
Surdo
E insensível ao mundo?
Por todas as palavras escritas
Ditas
Benditas
Malcriadas
Severas
Indicadas
A mim
Não me vale nada
Ser
O que os outros querem
Sou eu
Livre
E isso me basta!

Muito Bom Victor Said..
ResponderExcluirOi Gi! Fiquei muito feliz em ver você aqui e sendo uma seguidora do blog. E feliz também que tenha gostado do poema. Estou muito honrado com sua presença! Um forte e terno abraço!
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