Meu verso é
sujeito de mim
Sabe o que
me dói?
Não é a
fala
Nem é a
escrita
Nem é a
poesia
Dos versos
seus
É a
indiferença
Da ausência
Que fica
marcada
Nos versos
meus
Jogo letras
amigas
Passo cor
em um pensar
Deixo uma
questão
Na
esperança de retornar
Mas,
Nada mais
Apenas
silêncio a me purgar
Fiz algo de
errado?
Falei das
corujas e da fé
Fui mau
interpretado
Julgado
Ou apenas
excluído
Por ser o
que se é
Estou
sentido
Com o vazio
que me é lançado
Diante dos pés
Aprendi a
ser poeta
E como tal,
O sentir em
mim ficou aguçado
E quando
não me dão mais ouvidos
Fico
sujeito de mim
Assim,
Banal
Com olhos
caídos
E coração
sepultado.

Belos versos...
ResponderExcluirDa simplicidade das palavras à complexidade dos sentimentos
Que as palavras de tão simples não alcançam
Mas se faz claro
Afinal, quem nunca sentiu o que aqui se lê?
Parabéns!