Meus dedos
não acompanham
meus pensamentos,
não sei qual é mais rápido.
Escrevo e corro
Voo...
E cair é sempre uma dádiva
Mergulho fundo
No pensar
No refletir
No tentar entender.
Entender...
Às vezes sinto que compreendo
Por outras só sinto
e fico em silêncio
Já meus dedos não,
ávidos pr'acariciar as letras
abandonam as convenções
as regras
e os acordos ortográficos
O pensamento é luz
não entende de velocidade
vai longe e volta na mesma
intensidade
e eu...
tento sentir
e satisfazer a compreensão.
Primeiro, parabéns pelo conteúdo do blog. Segundo, belo, belíssimo poema, é exatamente assim, tua tradução da união entre pensamento e escrita é perfeita.
ResponderExcluirSeguindo.
Ligéia, que felicidade tê-la por aqui. Fico muito honrado com sua presença e comentário. Obrigado!
ResponderExcluirgostei
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